Destaque

OCELO

Daniela Cruz em co criação com Ángela Diaz Quintela e Carina Albuquerque

Fórum Maia
Maia
19 abr

19 de Abril

- Ocelo.
- Eu sei o que isso é: são olhos coloridos que existem nas penas de algumas aves.
- Ocelo é olhar o belo.
- Ocelo é uma deusa, inventada com o mundo que trazemos dentro.
- Ocelo é uma deusa que se revela.
- Há quem diga que se pavoneia.


Ocelo é um espetáculo sensorial e multidisciplinar, dirigido ao público mais jovem, que parte da necessidade de olhar, de forma positiva, para o contexto em que vivemos e pela vontade de criar sobre o belo. Parte também da vontade de explorar o belo como um lugar onde a realidade e a nossa imaginação se encontram; o belo como uma sensação de espanto, de UAU.

- Espanto é espalhar encanto. Esp-anto.


Os Três Irmãos

Victor Hugo Pontes

Teatro M.António Pinheiro
Tavira
29 abr. 21h30

21 de Abril às 21h30

Victor Hugo Pontes coloca em cena três bailarinos imaginados pelo escritor Gonçalo M. Tavares para esta nova criação. Abelard, Adler e Hadrian são Os Três Irmãos: quando se encontram naquele não-lugar, procuram o rasto dos seus pais, marcam a giz a sua ausência, lavam-se, comem juntos à mesa, carregam os corpos uns dos outros em sacrifício ritualizado, carregam-se aos ombros, vivem em fuga, praticam o jogo perigoso do encontro com o passado. Abelard, Adler e Hadrian tentam fazer a sua ligação à terra e sobreviver à existência uns dos outros, mesmo se esta houver sido esburacada a berbequim, enrodilhada numa trouxa de roupa, transportada num carrinho de mão.

HÁ QUALQUER COISA PRESTES A ACONTECER

Victor Hugo Pontes


TNSJ
Porto
21 Mai, 19:00

21, 23, 27, 28 e 30 de Maio, às 19h00

22 e 29 de Maio, às 21h00

24 de Maio, às 16h00

A nova criação de Victor Hugo Pontes estreia em 2024, no Outono de um ano que será por muitos passado a olhar para trás, para cinquenta anos de história de um país livre, ao mesmo tempo que olharemos para diante, procurando vislumbrar o caminho a percorrer de forma a preservarmos essa liberdade maior. Victor Hugo Pontes quer ocupar esta medianiz, e nesse lugar em branco projectará o seu novo espectáculo.
Começámos por isolar um verso de uma canção, como quem isola, em laboratório, uma partícula essencial para iluminar a complexidade do todo: mergulhámos na “Inquietação” de José Mário Branco e, quando voltámos à tona, todos os sentidos ficaram alerta, em estado de atenção plena, de liberdade absoluta. Decidimos então ir por aí. Em Há qualquer coisa prestes a acontecer, o corpo será o grande signo em cena – uma massa física colectiva, que forjará uma peça coral vigorosa, composta por corpos nus e imagens plásticas, primordiais. Não haverá alusões imediatas a um estado de coisas político, ideológico ou ambiental. Não haverá palavras de ordem ou gritos de alerta. Haverá, isso sim, o confronto com o tempo iminente. Do perigo lá fora (no mundo) às barreiras cá dentro (na nossa cabeça), continuamente vemos novidades e reconfiguramos o entendimento do que nos rodeia e do lugar que ocupamos.
No corpo dos intérpretes, descobriremos o que nos move, o que nos assusta, o que nos ameaça, o que nos transforma, o que nos condiciona, o que nos liberta. Em Há qualquer coisa prestes a acontecer, Victor Hugo Pontes vai trabalhar a nudez como o avesso do instintivo e do primário: no corpo de baile despido em palco, encontraremos o mais racional sentido do humano, o mais forjado, o mais virtuoso e, por isso mesmo, o mais livre.

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